Recomendações sobre praxes académicas: Lusíada adopta medidas de integração solidária dos novos estudantes.

Autor: Helder da Rocha Machado/quinta-feira, 12 de setembro de 2019/Categorias: Notícias

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Os órgãos das Universidades Lusíada – Reitor, Chanceler, Vice-Chanceleres, Directores de Faculdade e de Instituto, Provedores dos Estudantes – e, bem assim, todos os seus professores e funcionários desejam aos estudantes que pela primeira vez frequentam os nossos campi universitários a melhor recepção. 

Tradicionalmente, as Universidades Lusíada fazem questão de receber da melhor forma os novos estudantes, para que neles perdure o espírito Lusíada.  

Para esse efeito, nas duas primeiras semanas lectivas, estão preparadas algumas actividades de acolhimento aos novos estudantes. Essas actividades, da responsabilidade das associações académicas, dos núcleos de estudantes e das estruturas representativas da tradição académica, visam dar a conhecer cada uma das Universidades, os seus serviços e, bem assim, habilitar o novo estudante universitário para as especificidades do ambiente académico e das suas particulares exigências.

Jardim da Universidade Lusíada durante a recepção aos novos alunos. (Fotografia de Jorge Carvalho, 2018)

Jardim da Universidade Lusíada durante a recepção aos novos alunos. (Fotografia de Jorge Carvalho, 2018)

Paralelamente, realizar-se-ão sessões de boas-vindas por parte do Reitor, do Conselho Directivo e dos Directores das Faculdades e dos Institutos, e actividades de esclarecimento preparadas pelos serviços.

As actividades de recepção dos novos estudantes são momentos de alegria, partilha e responsabilidade. Assim, os aspectos relacionados com a chamada tradição académica (praxes académicas) não podem deixar de ser vividos nesse contexto.

Daí que nunca é de mais dar a conhecer algumas regras fundamentais dos momentos de recepção dos novos estudantes que as Universidades Lusíada sempre seguiram e que são partilhadas pelas actuais e pelas anteriores autoridades governativas do país com a tutela do Ensino Superior. Assim:

  1. Nenhum estudante pode ser obrigado a participar em qualquer acto de praxe académica contra a sua vontade, devendo ser dado conhecimento desse direito a todos os estudantes que pela primeira vez frequentam a Universidade – no acto de inscrição ou em momento subsequente, no início das aulas;
  2. A decisão do estudante em não participar nos actos de praxe académica será escrupulosamente respeitada, não podendo dar lugar a qualquer tipo de discriminação, desconsideração ou menorização;
  3. O estudante tem o dever de não praticar qualquer acto de violência ou coacção física ou psicológica sobre os outros estudantes, seja em que contexto for;
  4. Tais actos constituem infracção disciplinar, podendo, caso configurem ilícito penal, implicar responsabilidade criminal;
  5. Os actos designados por “praxe académica” têm de valorizar a integração, a colaboração, a partilha e a responsabilidade, não podendo em caso algum revestir natureza vexatória ou de ofensa moral, nem prejudicar o normal funcionamento das instituições, nomeadamente impedir ou dificultar a ida dos estudantes às aulas ou perturbar as demais actividades escolares;
  6. Qualquer acto contrário ao referido anteriormente deverá ser comunicado imediatamente aos Provedores dos Estudantes, para o efeito de eventual suspensão de todas as actividades de acolhimento e abertura do competente procedimento disciplinar.
Qualquer acto de violência, coacção ou desrespeito pela vontade do estudante deverá ser comunicado imediatamente ao Provedor dos Estudantes:


recomendações sobre praxes académicas
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